18 de novembro de 2014

O Planejamento Estratégico no sucesso das Empresas

De um modo genérico, o planejamento estratégico da organização refere-se ao produto (bens que a organização produz ou serviços que presta), ou ao mercado (onde a organização coloca seus produtos ou bens, ou onde presta seus serviços). Daí, a matriz produto / mercado com várias alternativas estratégicas.

Com todos esses elementos (objetivos organizacionais, análise das condições interna e externa e alternativas estratégicas) a organização tem condições para preparar seu planejamento estratégico. O planejamento estratégico deve especificar onde a organização pretende chegar no futuro, e como se propõe a fazê-lo, a partir do presente.

CONHEÇA O MÓDULO, PLANEJAMENTO E DESDOBRAMENTO DE METAS

Quais decisões devem comportar no Planejamento Estratégico

O planejamento estratégico deve comportar decisões sobre o futuro da organização, como:

  1. objetivos organizacionais a longo prazo e seu desdobramento em objetivos departamentais detalhados;
  2. as atividades escolhidas, isto é, os produtos (bens ou serviços), que a organização pretende produzir;
  3. o mercado visado pela organização, ou seja, os consumidores ou clientes que ela pretende abranger com seus produtos;
  4. os lucros esperados para cada uma de suas atividades;
  5. alternativas estratégicas quanto às suas atividades (manter o produto atual, maior penetração no mercado atual, desenvolver novos mercados);
  6. interação vertical em direção aos fornecedores de recursos ou integração horizontal em direção aos consumidores ou clientes;
  7. novos investimentos em recursos (materiais, financeiros, máquinas e equipamentos, recursos humanos, tecnologia, etc..), para inovação (mudanças), ou para crescimento (expansão); como alcançar a excelência em planejamento estratégico? O planejamento estratégico é a chave para o aumento da produtividade e a melhora dos resultados das empresas.

Qual a base para o Planejamento Estratégico?

O planejamento estratégico é a base para o desenvolvimento das organizações, pois permite a estruturação e realização de tudo o que a empresa espera de suas atividades. Um dos pontos que mais auxiliam a elaboração do planejamento estratégico são as reuniões, previamente agendadas, onde são discutidos assuntos de interessa da empresa, e onde seus executivos conseguem ter controle total sobre o que está acontecendo, sobre os projetos que estão em andamento, aqueles que foram suspensos ou adiados, os motivos do sucesso ou do fracasso no planejamento executado, e, desta forma, adotar procedimentos corretivos, em tempo hábil. É muito importante que exista um “passo a passo” para estas reuniões, com a sequência de quem irá falar, e o que, efetivamente, será discutido.

De um modo genérico, o planejamento estratégico da organização refere-se ao produto (bens que a organização produz ou serviços que presta), ou ao mercado (onde a organização coloca seus produtos ou bens, ou onde presta seus serviços). Daí, a matriz produto / mercado com várias alternativas estratégicas.

Como preparar o Planejamento Estratégico?

Com todos esses elementos (objetivos organizacionais, análise das condições interna e externa e alternativas estratégicas) a organização tem condições para preparar seu planejamento estratégico. O planejamento estratégico deve especificar onde a organização pretende chegar no futuro, e como se propõe a fazê-lo, a partir do presente.

O planejamento estratégico deve comportar decisões sobre o futuro da organização, como:

  1. objetivos organizacionais a longo prazo e seu desdobramento em objetivos departamentais detalhados;
  2. as atividades escolhidas, isto é, os produtos (bens ou serviços), que a organização pretende produzir;
  3. o mercado visado pela organização, ou seja, os consumidores ou clientes que ela pretende abranger com seus produtos;
  4. os lucros esperados para cada uma de suas atividades;
  5. alternativas estratégicas quanto às suas atividades (manter o produto atual, maior penetração no mercado atual, desenvolver novos mercados);
  6. interação vertical em direção aos fornecedores de recursos ou integração horizontal em direção aos consumidores ou clientes;
  7. novos investimentos em recursos (materiais, financeiros, máquinas e equipamentos, recursos humanos, tecnologia, etc..), para inovação (mudanças), ou para crescimento (expansão); como alcançar a excelência em planejamento estratégico? O planejamento estratégico é a chave para o aumento da produtividade e a melhora dos resultados das empresas.

O planejamento estratégico é a base para o desenvolvimento das organizações, pois permite a estruturação e realização de tudo o que a empresa espera de suas atividades. Um dos pontos que mais auxiliam a elaboração do planejamento estratégico são as reuniões, previamente agendadas, onde são discutidos assuntos de interessa da empresa, e onde seus executivos conseguem ter controle total sobre o que está acontecendo, sobre os projetos que estão em andamento, aqueles que foram suspensos ou adiados, os motivos do sucesso ou do fracasso no planejamento executado, e, desta forma, adotar procedimentos corretivos, em tempo hábil. É muito importante que exista um “passo a passo” para estas reuniões, com a sequência de quem irá falar, e o que, efetivamente, será discutido.

A análise de qualquer projeto deve ser discutida, sempre, antes das reuniões, para onde devem ser levados os resultados. Diante deste simples procedimento, não há qualquer discussão sobre os planos de ação, mas apenas uma prestação de contas. Assim, as reuniões se tornam objetivas e produtivas, pois são focadas no problema, evitando, desta forma, discussões desnecessárias e perda de tempo.

Qual a importância de adotar essa estratégia nas empresas?

É necessária a adoção do conceito de que o que interessa aos gestores (executivos, gerentes, diretores, etc..), são os números e não as argumentações. Tudo deve ser baseado em planilhas e indicadores. O cronograma deve ser esquecido, e a preocupação deve ser de fazer o que deve ser feito, e dentro do prazo estabelecido para isto! Com a realização de reuniões periódicas, baseadas em produtividade, fica mais fácil para a empresa controlar o que está sendo feito. O importante é realizar reuniões periodicamente, pois ninguém enrola o tempo todo.

Não há espaço para a não objetividade. Sempre que possível, deve ser mantido um registro e um controle de todos os acontecimentos. Isso é muito importante para a historicidade da empresa. Uma ata com as decisões, prazos e nome dos responsáveis por cada projeto, cada etapa, é registrada, e todos os interessados devem consultá-la, éter acesso à mesma. Caso os prazos estabelecidos não sejam cumpridos, o responsável pelo projeto, ou pela etapa, deve ser notificado sobre a não conclusão do mesmo. Dessa forma, não já como projetos serem deixados de lado, em detrimento de outros, pois deve haver um controle rígido sobre seu cumprimento.

Desta forma, tudo fica simples. Com o controle, há cobrança. Com a cobrança, faz-se acontecer. Assim, tudo sai do papel, e os projetos são executados. Liderança é fundamental, mas não é apenas de reuniões que vive o planejamento estratégico. O fator liderança é decisivo nos sistemas de gestão. Somente um grande executivo é capaz de implementar um plano estratégico de forma a trazer reais resultados para a empresa.

A experiência nos diz que 90 % (noventa por cento) do planejamento estratégico é planejar, e os 10 % (dez por cento) restantes, é fazer acontecer. Enquanto muitas empresas brincam de fazer mapas estratégicos, planos mirabolantes, elas se esquecem de implementar as estratégias, e é na implementação da ideia que se define a competência do executivo. O que diferencia um grande executivo de um executivo mediano (ou medíocre) é a força de vontade.

Um bom executivo tem o perfil de um bom aluno: é aquele que tem constância, que estuda de tudo um pouco, sem escolher a matéria, e, principalmente, o bom executivo dedica todo o seu tempo a todos os assuntos, sem discriminação. A liderança não é um mérito individual, mas sim o resultado de uma parceria bem realizada. Não existe um bom líder sem um bom assessor, e um grande assessor sem um bom líder; é um grande desperdício de capacidade. A parceria entre o líder e o seu assessor deve ser perfeita, para que a liderança seja exercida em sua plenitude.

Gostou desse artigo? Compartilhe.